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Áreas de actuação

O IDITE-Minho divide actualmente a sua intervenção por três áreas de intervenção, todas elas fulcrais ao desenvolvimento sustentado das empresas e da região do Minho: Tecnologias de Informação e Comunicação, Ambiente e Energia.
Para além da intervenção tecnológica, o IDITE-Minho possui ainda uma equipa de profissionais dedicados à gestão de projectos e à formação avançada, a que as empresas poderão também recorrer.

Tecnologias de Informação, Comunicação e Electrónica:

As Tecnologias de Informação, Comunicação e Electrónica (TICE) marcaram uma das principais revoluções do final do século XX. Em menos de duas décadas, o mundo passou dos primeiros computadores às comunicações sem fios e da exclusividade à globalização.
A Internet surgiu e expandiu-se, e a vida das pessoas e empresas passou a ser marcada por palavras como “e-mail”, “e-commerce”, “e-governance”. Do pessoal ao profissional, da política à saúde, toda a esfera de um indivíduo passou a cruzar-se em inúmeros pontos com as TICE, de um modo quase incontornável e, por vezes, já imperceptível.
Aplicadas às empresas, as TICE garantem uma vantagem competitiva estratégica. Da produção à relação com clientes e fornecedores, todas as etapas da actividade de uma empresa podem ser optimizadas através da sua introdução.
Ao mesmo tempo, o desenvolvimento das TICE gerou todo um novo conjunto de mercados e oportunidades que as empresas podem e devem aproveitar. A economia digital é uma realidade cada vez mais palpável.
As previsões dos especialistas apontam para um aumento cada vez maior da importância e do recurso às TICE. No futuro, estas tornar-se-ão cada vez mais quotidianas mas, ao mesmo tempo, absolutamente essenciais, especialmente no que se refere ao desempenho de uma empresa.

Ambiente:

O Ambiente é, cada vez mais, uma preocupação marcante da sociedade actual. A emergência de uma consciência ambiental marcou as últimas décadas e tem vindo a tornar-se cada vez mais notória. Questões como as alterações climáticas e a diminuição da camada de ozono tornaram inegável a necessidade de fazer profundas alterações, o mais rapidamente possível.
Ciente que os danos causados ao Ambiente são, em grande parte, causados pelo desenvolvimento humano, a sociedade assume com especial veemência esta causa.
O Protocolo de Quioto é um dos espelhos desta situação. Em vigor desde 2005, este tratado prevê a redução a emissão dos gases que provocam o efeito estufa e a penalização dos países que não cumpram as metas estabelecidas.
No entanto, esta crescente preocupação com o Ambiente não se limita à esfera da legislação. Consumidores de todo o mundo procuram, nas suas opções diárias, empresas e produtos que demonstrem preocupações ambientais e práticas ecológicas. Muitas empresas procuram já os seus parceiros mediante estes mesmos critérios.
Apostar no cuidado do Ambiente torna-se, assim, para as empresas não só uma questão de sustentabilidade do planeta, mas também um requisito fundamental para a competitividade. Cada vez mais lhes será pedido que participem activamente na protecção do ambiente, razão pela qual esta opção será cada vez mais fulcral à obtenção do sucesso.

Energia:

A Energia é uma das temáticas mais debatidas na actualidade. Absolutamente incontornável para particulares e empresas, a Energia foi, durante muito tempo, tomada como garantida. O aparecimento de vários estudos de especialistas, e mesmo a acção de vários grupos ecologistas, vieram alertar a sociedade para o facto destes recursos serem finitos e ser essencial tomar medidas urgentes.
Esta consciência acabou por ser reforçada por recentes desenvolvimentos, como é o caso da questão do preço do petróleo, energia primária maioritária da economia moderna.
A subida do preço de petróleo tem tido grandes repercussões a nível internacional e Portugal não constitui excepção neste panorama. A situação agrava-se ainda mais face às previsões dos especialistas, que apontam para a continuação, e até mesmo talvez aumento, dos preços da energia.
Sendo um dos países da União Europeia com maior dependência energética, Portugal carece de uma alteração inadiável de mentalidades e práticas, quer a nível empresarial, quer social.
A nível empresarial esta temática assume especial relevância. Os custos energéticos correspondem a uma parte significativa dos encargos de uma empresa. A aposta na eficiência energética e no recurso às energias renováveis ou alternativas pode valer às empresas ganhos reais, bem como um incremento fundamental da sua competitividade.

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